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15 de junho de 2012

Caldeirão turbinado. São Januário passará por modernização a partir de 2013

São Januário passará por modernização a partir de 2013...

Um antigo sonho vascaíno vai começar a ser realizado a partir de julho do ano que vem: São Januário será ampliado e vai virar uma arena para até 45 mil lugares. O clube aguarda apenas por um relatório quanto à viabilidade do projeto para dar início ao processo. A expectativa é iniciar as obras em julho de 2013 e o prazo para término é de três anos, com o estádio ficando fechado por todo esse período. O Vasco pretende mandar os jogos no Maracanã.A reforma no estádio, inicialmente, será feita visando aos Jogos Olímpicos de 2016 – São Januário receberá partidas de rúgbi. Mas a diretoria já sonhava com essa ampliação para receber jogos de grande porte. A diretoria passou algumas intenções ao arquiteto responsável por apresentar o projeto de ampliação de São Januário. Os vascaínos não querem que o estádio perca suas características de caldeirão nem o aspecto histórico.

A fachada, que não é tombada e, sim, preservada, poderia sofrer alterações. Mas o clube pretende manter o desenho atual.

Mesmo com a ampliação, a diretoria garante que o aspecto de caldeirão será mantido, pois sempre foi um dos pontos fortes do estádio quando o Vasco joga em casa, empurrado por sua torcida. A diretoria do Vasco destaca que São Januário é bem localizado, próximo às principais vias de acesso do Rio de Janeiro, mas sabendo da necessidade de que melhorias sejam feitas no entorno do estádio.

Segundo Nelson Rocha, vice de finanças, a prefeitura do Rio já se propôs a melhorar a acessibilidade, com o alargamento das ruas em volta do estádio. (Vasco da Gama Amor Infinito)



Dois anos depois de ser confirmado como sede do rúgbi nas Olimpíadas de 2016, o estádio de São Januário começa a ganhar um projeto para sua reforma, que deve durar cerca de três anos. O Vasco montou uma equipe há alguns meses e já contratou uma empresa para entregar um projeto arquitetônico de como ficaria a nova arena, que teria a capacidade ampliada para até 45 mil lugares. A diretoria cruz-maltina pretende promover uma licitação em outubro, para que as obras comecem tão logo o Maracanã seja liberado para o uso dos clubes cariocas, em 2013.


A ideia, porém, pode custar até R$ 900 milhões, segundo contas do próprio clube. Por isso, a diretoria, em dificuldades financeiras, se movimenta para encontrar investidores interessados em tocá-la. Pelo que pesquisou no mercado, espera-se que haja a formação de um consórcio para realizar o trabalho, utilizando os Jogos do Rio como atração principal e, claro, a oferta de explorar o palco com eventos e até mesmo o chamado naming rights (direito de batizar o estádio com o nome de uma empresa).  




Antes mesmo de a gestão atual assumir, houve diversos projetos de reforma de São Januário, mas nenhum deles saiu do papel. A confiança num resultado diferente desta vez está na proximidade das Olimpíadas, que vão atrair para o Rio os olhares do mundo esportivo.


- Não dá mais para adiar. As receitas dos clubes vêm sendo otimizadas, com alternativas interessantes, além de cotas de TV e patrocínios, mas acabam batendo num teto. É impossível viabilizar sem parceiros. Quem pagar vai ter retorno. Há exemplos de sucesso em arenas pelo Brasil, como as do Corinthians e do Grêmio, que estão sendo terminadas. O Vasco tem a preferência e não quer que São Januário seja descaracterizado, até em sua fachada, que é preservada, mas vai se abrir para shows e outras atividades – afirmou o vice de finanças do clube, Nelson Rocha, que está à frente da empreitada e tem a seu lado o vice de patrimônio, Fred Lopes, e vascaínos ilustres e influentes, como o empresário Olavo Monteiro de Carvalho, o secretário municial de Conservação e Serviços Públicos (e ex-coordenador da candidatura do Rio-2016), Carlos Roberto Ozório, e o secretário municipal de Urbanismo, Sérgio Dias, que se mexem politicamente pelas mudanças obrigatórias no entorno do local.


O clube ainda não sabe se o anel da arquibancada será fechado, um sonho antigo que depende do modelo apresentado pelo arquiteto português responsável. Mas exige que a área das sociais sejam mantidas. Além das mudanças internas, o bairro sofrerá alterações, com o alargamento de ruas e facilitação dos acessos, já que o estádio fica perto de vias expressas como a Linha Vermelha e a Avenida Brasil. Algumas casas e prédios que ficam ao redor serão desapropriadas, assim como acontece em obras de outras partes da cidade.


- Como está hoje, é impossível abrigar um estádio olímpico – garantiu Nelson Rocha. (Boainformacao.com.br)

17 de junho de 2008

Aposta é no caldeirão de São Januário

caldeirão de São Januário


Vasco: Aposta no caldeirão de São Januário


Rio
Se fora de casa a vitória ainda não veio, nas duas partidas que disputou em São Januário no Campeonato Brasileiro, o Vasco levou a melhor. Passou pela Portuguesa e pelo Grêmio, e quer manter a escrita contra o Palmeiras.

Para o jogo de domingo, a equipe deverá contar de novo com Morais, Jorge Luiz e Leandro Bomfim, que não atuaram no empate contra o Náutico, sábado.

"Estamos otimistas que quase todos os jogadores estarão à disposição da comissão técnica. Luizão ainda vem se recuperando do problema no joelho e inspira mais cuidado. Os outros estão mais ou menos bem e devem estar recomeçando o treinamento", disse o vice-presidente médico cruzmaltino, Pedro Valente.

Ontem, o meia Morais treinou normalmente. Jorge Luiz e Leandro Bomfim, com um edema na coxa direita, fizeram trabalho à parte: "Morais vinha se queixando de dores musculares. Acredito que nesta semana ele já esteja pronto, mas ainda vai sofrer reavaliações".

A volta de três titulares motiva ainda mais o time, que não teme o Palmeiras. "Eles é que têm que temer o Vasco em São Januário. Não posso ir com medo de marcar o Valdívia", disse Jonílson. [A Gazeta]

4 de maio de 2008

Vascão quer ter casa cheia

Foto com créditos de O GLOBO
Vasco quer ter casa cheia


O time do Vasco espera ter São Januário lotado quarta-feira, às 19h30, contra o Corinthians-AL, pelas quartas-de-final da Copa do Brasil. Um incentivo a mais para um grupo já motivado.O zagueiro Jorge Luiz sabe que com o apoio dos torcedores fica mais fácil vencer.

"Aqui dentro é pressão o tempo inteiro. A gente não pode desperdiçar a chance de ‘matar’ o jogo. Temos de jogar em cima deles, sempre buscando o gol", explicou ele, que também conhece a importância de não sofrer gol.

"Temos que buscar o ataque, mas não podemos vacilar na defesa. Sofrer um gol em casa na Copa do Brasil seria complicado para a segunda partida", completou.

O outro jogo será no dia 15 à tarde (15 horas), no Estádio Nelson Feijó, em Maceió.

Já Morais elogiou o adversário da próxima quarta. "É um time com menos expressão. Zebra? Zebra não existe mais. Na Copa da Uefa, o Zenit venceu o Bayern de goleada e está na final contra o Rangers, se não me engano. Futebol tem que entrar ligado o tempo todo", disse.
A Gazeta