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9 de agosto de 2014

Kléber e Douglas marcam, Vasco vence e fica na cola no G4

Kléber e Douglas marcam, Vasco vence e fica na cola no G4

O Vasco soube aproveitar as chances criadas durante para sair de campo com os três pontos. Na etapa inicial, Kleber Gladiador pegou rebatida errada do goleiro Gilvan para colocar para a rede. No segundo tempo, Douglas, de pênalti, marcou o segundo para os vascaínos. No fim, o ABC diminuiu, também em uma penalidade máxima, com Dênis Marques. Agora, o Vasco terá pela frente o Náutico, na terça-feira, em jogo adiado, na Arena Pernambuco. No mesmo dia, o ABC, novamente na Arena das Dunas, enfrenta a Portuguesa.


Fases do jogo:
Em um primeiro muito truncado, a possibilidade de gol poderia chegar somente com um erro dos defensores ou um brilho de um atacante. Foi a união destes dois fatores que resultou no lance que colocou 1 a 0 no placar para o Vasco. Pressionada por Lucas Crispim, a zaga do ABC errou ao tentar cortar a bola. Ela sobrou para Kleber, que só tocou para as redes aos 35min.
Em vantagem, o Vasco voltou do intervalo retraído. Martin Silva trabalhou no gol cruzmaltino para evitar o empate do ABC. Os donos da casa conseguiam dominar o jogo, até Michel cometer pênalti em Dakson. Aos 14min, Douglas foi para a cobrança e marcou 2 a 0. Com tranquilidade dada pelo goleiro uruguaio, o time comandado por Adilson Batista administrou o resultado até levar susto aos 41min.
O lateral-esquerdo Henrique fez pênalti bobo e deu oportunidade para a torcida do ABC crescer. Com apoio, Dênis Marques ousou na batida. Com cavadinha, o atacante diminuiu a vantagem cruzmaltina. O Vasco conseguiu superar a pressão no final do duelo e confirmou os três pontos.
O melhor: A vitória veio com os experientes Kleber e Douglas, mas o sistema defensivo também foi fundamental. E Martin Silva se destaca entre os defensores vascaínos. No início do segundo tempo, quando o ABC pressionava pelo empate, o uruguaio mostrou firmeza para manter o Vasco em vantagem. Em dois lances em sequência, o goleiro brilhou e confirmou sua importância à torcida.
O pior: O comando de ataque do ABC foi inoperante durante toda a partida. Apesar das boas jogadas dos meias, o time nordestino sentiu falta da presença de um típico camisa 9. Rodrigo Silva começou como titular e decepcionou de tal forma que nem voltou do intervalo. Dênis Marques entrou para jogar no segundo tempo e foi tão mal quanto. Sem ritmo e quase sem tocar na bola, o experiente jogador fez um gol de pênalti com direito a cavadinha no final e deixou o "título" de pior em campo com Rodrigo Silva.
Chave do jogo: Em um jogo truncado e de poucas oportunidades, Kleber mostrou presença para aliviar o Vasco aos 35min do primeiro tempo. Ainda em dívida com a torcida cruzmaltina, o camisa 30 foi fundamental para o resultado positivo em Natal. O atacante marcou 1 a 0 e deu tranquilidade ao seus companheiros. O gol também fez com que o ABC abrisse mais espaços no sistema defensivo. Foi o segundo gol do "Gladiador" pelo Vasco. Ele, porém, saiu do jogo durante o intervalo com dores na coxa esquerda.
Para lembrar:
Arena da Copa prestigiada – Pela segunda vez nesta semana, a Arena das Dunas recebeu grande público. Antes da partida do Vasco, o Fluminense também jogou em Natal para muitos torcedores – contra o América-RN pela Copa do Brasil. O estádio que recebeu jogos da Copa do Mundo teve dias agitados. O Cruzmaltino, porém, não teve muito apoio neste sábado. A maioria de torcedores era do ABC.

31 de julho de 2014

✠Teresa Cristina canta "Ana Júlia", versão Vascaína.


Anna Julia Vascaína

Vasco da Gama


Sempre ao teu lado até o fim
Minha vida é você
E a torcida do vascão
Sempre tão linda
Nós viemos para te apoiar
Juntos vamos ganhar
Na alegria e na dor
O sentimento não pára
Pois todo vascaíno
Tem amor infinito
Cantarei de coração

Vasco da gama
Vasco da gama

19 de abril de 2014

VASCO 1x1 AMÉRICA-MG

VASCO 1x1 AMÉRICA-MG : O Vasco não teve a estreia dos sonhos na Série B de 2014. Apesar de abrir o placar com Reginaldo, o time cedeu o empate, marcado justamente por Obina, ex-atacante do Flamengo e terminou a partida empatado com o América-MG em 1 a 1. 
Os Melhores Momentos de Vasco 1x1 América-MG pelo Campeonato Brasileiro 2014

Gol de Reginaldo! Vasco 1x0 América-MG
Gol de Obina! Vasco 1x1 América-MG

O Vasco estreou com um empate na Série B do Campeonato Brasileiro. Em circunstâncias incomuns, Cruzmaltino e América-MG ficaram no 1 a 1 - Reginaldo e Obina marcaram os gols -, neste sábado. Por causa da briga de torcedores na última rodada do Brasileirão-2013, no jogo contra o Atlético-PR, em Joinville, o estádio de São Januário esteve deserto pela punição de atuar com os portões fechados. O clima de treino, no qual era possível ouvir o diálogo entre os atletas no gramado, foi o destaque do curioso confronto.
No próximo sábado, dia 26 de abril, os cariocas entram em campo pela 2ª rodada da Série B na tentativa da recuperação. O Cruzmaltino enfrenta o Luverdense, às 16h20, na Arena Pantanal. Já o América-MG recebe o Ceará na mesma data, às 21h, em Belo Horizonte, com o mesmo objetivo.
A partida começou junto aos gritos de torcedores do Vasco que se reuniram na parte externa do estádio para tentar apoiar o time e driblar com criatividade a punição imposta pelo STJD. Embalados por funk e sua paixão clubística, os cruzmaltinos acompanharam do lado de fora o primeiro lance de perigo. Logo no minuto inicial, Danilo avançou sozinho e carimbou o travessão.
O América-MG respondeu aos 12min. Obina tirou de Martín Silva e Luan cortou em cima da linha. O Vasco insistiu nas jogadas pelas laterais e por pouco não chegou com Reginaldo. Posicionado para sair nos contra-ataques, os visitantes levaram perigo em algumas ocasiões.
Aos 26min, Thalles desperdiçou boa oportunidade para os donos da casa após cruzamento de Reginaldo. Aos 29min, Fellipe Bastos arriscou uma bomba para fora. Os times desperdiçaram algumas chances e diminuíram o ritmo até o encerramento da primeira etapa.
O segundo tempo começou depois que foi respeitado um minuto de silêncio pelo falecimento do narrador Luciano do Valle. E logo no início o Cruzmaltino abriu o placar. Aos 2min, Douglas lançou e Reginaldo tocou na saída de Matheus.
Apesar de sair em vantagem, o Vasco relaxou na marcação e proporcionou o empate ao América-MG. Aos 15min, a zaga rebateu mal, Aranda furou e Obina chutou forte para estufar a rede de Martín Silva.
Os cariocas ainda insistiram em lançamentos de Douglas para os atacantes. Porém, a zaga visitante se saiu melhor. Os times erraram em demasia e não tiveram forças para modificar o placar. Vasco e América-MG deixaram o gramado com apenas um empate no profundo silêncio de São Januário.


FICHA TÉCNICA:
VASCO 1 X 1 AMÉRICA-MG

Local: estádio São Januário, no Rio
de Janeiro (RJ)
Data: 19 de abril de 2014, sábado
Hora: 16h20 (de Brasília)
Árbitro: Paulo Henrique Godoy
Bezerra (SC)
Assistentes: Herman Brumel Vani (SP)
e Daniel Paulo Ziolli (SP)

VASCO: Martín Silva, André Rocha,
Luan, Rafael Vaz e Marlon; Aranda,
Fellipe Bastos e Douglas; Montoya,
Reginaldo e Thalles
Técnico: Adílson Batista

AMÉRICA-MG: Matheus; Elsinho,
Vitor Hugo, André e Gilson; Leandro
Guerreiro, Andrei Girotto, Pablo e
Tchô; Diney e Obina

26 de dezembro de 2013

Rodrigo Caetano: Diretor volta e já traz dois reforços



Filho do volante Aranda já veste a camisa do Vasco

Recém confirmada a contratação do volante Aranda, ainda não houve tempo para o paraguaio vestir a camisa do Vasco. Mas seu filho já fez questão de mostrar que está entrando no espírito da torcida cruz-maltina e vestiu a camisa do time.

Em foto divulgada no Twitter oficial do agente do jogador, Régis Marques Chedid, o empresário exalta: "Enquanto o pai Aranda não veste o manto, o filho já desfila com a camisa do Vasco".

Foi através da mesma rede social que o empresário anunciou o acerto do volante paraguaio, ex-Olimpia e que estava sem clube, com o Vasco. Na manhã desta quarta-feira, Régis publicou que Aranda e o goleiro Martin Silva acertaram a transferência para a Colina. O contrato firmado com Aranda tem a duração de três anos.

25 de dezembro de 2013

Vasco, enfim, garante um novo goleiro: Martín Silva

O uruguaio Martín Silva assinou um contrato de quatro anos com o Vasco. Reserva da seleção, o goleiro, que tem passagem pelo Defensor e estava no Olimpia, do Paraguai, pelo qual foi vice-campeão da Copa Libertadores nesta temporada, assinou o contrato por e-mail, já que somente chegará ao Rio até sexta-feira para finalizar a transação e fazer os exames médicos.
Jornal A Gazeta de 25.12.2013

O goleiro Martín Silva é o primeiro reforço do Vasco para a temporada 2014. O uruguaio já vinha negociando com a diretoria do clube, mas uma reunião realizada com o representante do jogador, nessa segunda-feira, definiu os últimos detalhes do contrato. O arqueiro assina com o clube por quatro temporadas.

Martín Silva tem 30 anos e é reserva da seleção uruguaia. Recentemente, o goleiro acertou a rescisão de seu contrato com o Olimpia-PAR por conta dos salários atrasados. Silva foi vice-campeão da Copa Libertadores pelo clube paraguaio, sendo derrotado pelo Atlético-MG na final.

Em negociação com o Vasco já a algum tempo, o goleiro chegou a um acordo após recusar a contraproposta feita pelo cruz-maltino ao seu representante Régis Marques.

O uruguaio chega para suprir uma carência no gol vascaíno, que é apontado por muitos como fator determinante para o rebaixamento à série B do Campeonato Brasileiro. Segundo a rádio CBN, Alessandro, Diogo Silva e Michel Alves não terão os seus contratos renovados.

Outro reforço também está próximo de acertar sua vinda para São Januário. Trata-se de Eduardo Aranda, meia paraguaio que estava no Olimpia-PAR, junto com Martín Silva.

17 de dezembro de 2013

‪#‎nissanmarcharre‬: Nissan perdeu o respeito de 12 milhões de Vascainos

‪#‎nissanmarcharre‬


15 de dezembro de 2013

Vasco à espera de Juninho

Vasco quer permanência de Juninho, mas aguarda decisão do meia
O diretor de futebol do Vasco, Ricardo Gomes, confirmou o interesse em contar com o meia para 2014, mas evita pressiona-lo por uma decisão

Afastado do Vasco desde a 33ª rodada, quando sofreu uma grave lesão na coxa, o meia Juninho Pernambucano ainda não decidiu se segue sua carreira como jogador em 2014. Em São Januário, a torcida é pela permanência do atleta, que completa 39 anos em janeiro, apesar do clube evitar qualquer cobrança sobre Juninho.

Logo após o confronto contra o Santos, que selou o fim da temporada para o ídolo vascaíno, Juninho mostrou-se desanimado com a lesão e deixou no ar a possibilidade daquela ter sido a sua última partida como jogador profissional. Apesar da declaração, nos bastidores da Colina corria a informação de que o meia seguiria no clube em caso de rebaixamento - o que acabou acontecendo. O diretor de futebol Ricardo Gomes confirma o interesse em contar com o ídolo.

"Ainda não houve qualquer conversa com o Juninho. Ele sofreu uma lesão importante neste fim de ano, e acho que a decisão de acordo com o processo de recuperação. Agora ele está viajando com a família, descansando, e nós não temos pressa. Mas não é segredo para ninguém que gostaríamos que ele ficasse", disse Ricardo ao GE.

A tendência é que o caso tenha uma definição em janeiro, quando Juninho retorna de suas férias e ao tratamento intensivo da lesão. Como o veterano interrompeu as sessões de fisioterapia diárias, o departamento médico do Vasco deu recomendações para minimizar os problemas nesse período.

br.esporteinterativo.yahoo.com/

13 de dezembro de 2013

Dida é o preferido para o gol vascaíno



O Vasco corre atrás de reforços para 2014 e a prioridade da diretoria é achar um bom nome para vestir a camisa 1. O favorito é o goleiro Dida, dispensado pelo Grêmio. O uruguaio Martín Silva, do Olímpia, surge como uma opção mais barata para disputar a Série B. Para a direção executiva de futebol, Rodrigo Caetano, Anderson Barros e Newton Drummond estão entre os favoritos.


A escolha do nome para comandar o futebol deve ser tomada na próxima semana e só então o Vasco pensará em reforços. É desejo da diretoria que o meia Pedro Ken permaneça, mas o clube tem a concorrência de Bahia e Vitória.

“Ele (Pedro Ken) se apresenta ao Cruzeiro em janeiro. Há interesse do Vasco, até porque ele teve um desempenho maravilhoso. Pena que o Vasco não ficou na Primeira. Quem tem que se manifestar é o Cruzeiro, dono dos direitos do atleta”, explicou o empresário Carlos Corsini à ‘Rádio Brasil’.

12 de dezembro de 2013

Quem vai ser rebaixado? Vasco, Flamengo, Fluminese e Portuguesa no martelo do STJD

Quem vai ser rebaixado? Vasco, Flamengo, Fluminese e Portuguesa no martelo do STJD
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28 de novembro de 2013

Cautela para não ser surpreendido pelo Timbu


29 de setembro de 2013

Veja os melhores momentos de Bahia 0 x 0 Vasco

Melhores momentos: Bahia 0 x 0 Vasco pela 24ª rodada do Brasileirão 2013

O Vasco teve boa atuação, dominou o Bahia durante quase grande do jogo, mas não soube matar o confronto e empatou por 0 a 0 neste domingo, na Fonte Nova, em Salvador. Após o resultado, o técnico Dorival Júnior não quis conceder entrevista e soltou poucas palavras, nitidamente incomodado com a pressão que aumentou ainda mais para sua demissão.

“Melhorou, mas…”, disse rapidamente à TV Globo antes de ser conduzido para dentro dos vestiários por outros membros da comissão técnica.

Pelo pouco que disse foi possível perceber que Dorival Júnior não aprovou o resultado diante do Bahia. E o mesmo caminho seguiram os jogadores do Vasco. Um dos destaques do jogo, Pedro Ken lamentou que a equipe não tenha conseguido a vitória e minimizou o fato de o Cruzmaltino ter sido melhor durante grande parte do duelo.

“Jogamos melhor, mas não deu. Vários jogos temos jogado melhor, mas sem conseguir vencer. As melhores chances foram nossas. Eles foram superior numa parte do tempo apenas, mas não adianta, temos que vencer. Só ser melhor não dá pontos na tabela e é o que precisamos”, desabafou o apoiador, que tem atuado como volante.

“Mais uma vez não conseguimos a vitória. Ampliamos os jogos sem vencer, mas penso pelo lado positivo. Vínhamos em serie de derrotas e pelo menos não perdeu. Pela grandeza e tradição do Vasco, além da classificação, o resultado não foi bom, mas pelo menos o Bahia não abriu muito. Temos que nos agarrar no que der”, afirmou Fillipe Soutto.

Com o empate diante do Bahia, o Vasco completa a sete jogos sem vencer, mas chega aos 25 pontos e gruda no Criciúma, mas segue na zona de rebaixamento. Na próxima rodada, o Cruzmaltino encara o Internacional, nesta quinta-feira, no estádio Moacyrzão, em Macaé.

  • pintura
    Dakson
    O meia vascaíno quase marcou golaço, de antes do meio-campo, ao ver Marcelo Lomba adiantado. Mas o goleiro se recuperou e fez bela defesa.
  • estatística
    recuperação
    O Vasco foi muito superior ao Bahia em roubadas de bola (28 a 8), o que facilitou na saída para os contra-ataques (sete a três). Mas os erros prejudicaram.
  • estatística
    passes errados
    Superado em vários quesitos técnicos, o Bahia conseguiu igualar um pouco o jogo com baixo índice de passes errados. Apenas 16, contra 36  do Vasco.

8 de setembro de 2013

Vasco joga bem mas só empata com Atlético-PR em São Januário: 0 x 0

Vasco e Atlético-PR ficam no 0 a 0 em partida equilibrada e caem na tabela
Times desperdiçam chances, principalmente no 1º tempo, em São Januário. Invicto há 12 partidas, Furacão fecha turno dez pontos à frente do rival

O jogo em São Januário foi daqueles que merecia gols. Mesmo longe de apresentar um primor de técnica, Vasco e Atlético-PR criaram muito, mas não saíram do 0 a 0 na noite deste domingo. A escrita de o Furacão jamais ter vencido o rival no Rio se manteve, mas ambos caíram na tabela e saíram com gostinho de frustração. Enquanto o Furacão perdeu duas posições e fechu o turno em quarto, o clube cruz-maltino saiu de 10º para o 11º lugar.

A nota triste do duelo foi o corte na testa que fez o zagueiro Luiz Alberto sair do estádio de ambulância. A preocupação foi grande, mas o zagueir passa bem. Depois de ter vencido o Náutico por 3 a 0, na quinta-feira, a torcida compareceu em número razoável: 8.687 pagantes (11.832 presentes), para uma renda de R$ 206.695,00.

Não deu para reclamar da falta de chances no primeiro tempo. A partida foi animada desde os minutos iniciais, com equilíbrio em vários quesitos. O Furacão abriu os trabalhos, duas vezes com Marcelo - em uma delas o atacante cabeceou para fora após rebatida errada de Baiano. Aos cinco, Juninho furou na entrada da pequena área e desperdiçou para o Vasco. A bola aérea foi a principal arma das equipes, com os ataques levando vantagem sobre as defesas.

Mas nada de a rede balançar. André, Marlone, Everton... todos chegaram perto e falharam ou deram azar na conclusão. Foram oito tentativas cruz-maltinas contra cinco dos paranaenses. Em meio à correria, um momento de preocupação: Luiz Alberto teve um corte profundo na testa, chegou a ficar desacordado e foi levado para um hospital. Ele passa bem. Na reta final, o Vasco passou a dominar. Faltava calma, porém. E também controlar a aparente ansiedade.

O técnico Dorival Júnior voltou do intervalo com Dakson no lugar de Pedro Ken, que, apagado mais uma vez, destoava do bom nível do mandante frente ao vice-líder da competição. De cara, a mudança indicou efeito prático, com o amplo domínio. A retaguarda rubro-negra, no entanto, se tornou instransponível, fosse pelo alto ou fosse nas eventuais penetrações.

Aos poucos, o Vasco cansou um pouco e passou a errar passes. Deixou assim o Atlético-PR crescer novamente. Só Marlone, com chutes perigosos, é que ofereceu uma sobrevida. Vagner Mancini observou a queda e colocou mais um atacante: Dellatorre, na vaga do veterano Paulo Baiter. Do outro lado. Montoya assumia a vaga de Willie, que já não levava vantagem na velocidade, e Tenorio, a do artilheiro André, bem longe de viver uma noite de brilho.

Depois de longos minutos de monotonia e conformismo com o resultado, Marcelo, em bola isolada, jogou fora a melhor oportunidade do duelo. Cara a cara com Diogo Silva, tocou para fora ao aproveitar lançamento de seu campo e cochilo de Cris e Jomar. Nos acréscimos, o Cruz-Maltino forçou uma pressão, mas, desordenado, sequer conseguiur bater a gol.


Por Rio de Janeiro

6 de setembro de 2013

Naútico 0 x 3 Vasco, melhores momentos - Brasileirão 2013

Vasco vence em Pernambuco e impõe sexta derrota seguida ao Náutico


A péssima fase do Náutico no Campeonato Brasileiro continuou na noite desta quinta-feira. Em confronto válido pela 18ª rodada da competição, o Vasco foi até a Arena Pernambuco e bateu os donos da casa por 3 a 0. A vitória afastou o clube carioca das últimas posições e ainda impôs o sexto revés consecutivo aos pernambucanos no torneio - perdeu todos os jogos desde a 14ª rodada, além da partida adiada contra o São Paulo, na última terça.

Cada vez mais na lanterna do Brasileiro, o Náutico continua com apenas oito pontos em 18 jogos na competição. Já o Vasco sobe a 23 pontos, em 10º, e se afasta da zona de rebaixamento. Na próxima rodada, o clube visita o Corinthians, no domingo, às 16h (de Brasília), enquanto a equipe cruz-maltina recebe o embalado Atlético-PR no mesmo dia, só que mais tarde, às 18h30.

Assim como na última terça, quando jogou bem contra o São Paulo, o Náutico começou melhor diante do Vasco e teve boas chances no início do primeiro tempo. Aos 18min, Oliveira acertou o travessão vascaíno após cruzamento de Derley.

O clube alvirrubro continuou melhor e desperdiçou chance em bobeada de Fágner aos 27min. O Vasco subiud e produção no fim e chegou a dominar o adversário, mas nenhuma das equipes mexeu no placar antes do intervalo.

A volta à etapa final foi semelhante ao fim da primeira, com o time alvinegro no ataque. O clube carioca teve chance no primeiro minuto, mas inaugurou o marcador aos 2min, com Willie, que recebeu lançamento e tocou por cima, na saída do goleiro Gideão. O Náutico sentiu o gol e tomou o segundo pouco depois, aos 6min: Willie cruzou rasteiro e Marlone se adiantou à zaga para ir às redes.

Desesperado, o Náutico foi todo ao ataque após ficar dois gols atrás. Contudo, o desespero afetava a calma dos jogadores e a equipe pernambucana se mostrava desorganizada. Mesmo com a tentativa de sair ao jogo, quem ainda teve as chances mais perigosas até o fim do confronto foi o próprio Vasco. Sem se encontrar em campo, o Náutico ainda sofreu mais um gol de Marlone no fim e teve que aceitar outra derrota no torneio nacional.

1 de setembro de 2013

Cruzeiro 5 x 3 Vasco, melhores momentos

Cruzeiro 5 x 3 Vasco, melhores momentos - Brasileirão 01/09/2013

Num dos melhores jogos do Brasileiro, o Vasco pagou caro o preço de ter a defesa mais vazada do campeonato (agora, são 32 gols sofridos, em 17 partidas). Depois de mostrar poder de reação no primeiro tempo, com destaque para os dois gols do jovem Willie, o time dirigido por Dorival Junior sucumbiu diante do líder Cruzeiro, que venceu por 5 a 3, no Mineirão.

- No gol deles foi malandragem do Willian, a bola era para ser nossa. Ele devolveu na fogueira e já foi pressionar o Fagner. Infelizmente aqui no Brasil é assim. As pessoas veem malandragem como esperteza - reclamou Juninho Pernambucano, referindo-se ao quarto gol cruzeirense, marcado por Lucas Silva.

Foi o quarto jogo seguido sem vitória da equipe carioca no campeonato e a terceira vez que a defesa vascaína leva cinco gols na mesma partida, tal como nos 5 a 1 para o São Paulo e 5 a 3 para o Inter. O time vascaíno volta a campo na quinta-feira, para enfrentar o lanterna Náutico, na Arena Pernambuco.
O primeiro tempo foi simplesmente eletrizante. Logo aos 31 segundos, Ceará – em vacilo da zaga vascaína - cobrou lateral na pequena área, e Willian tocou para o fundo das redes, marcando o gol mais rápido do Brasileiro até agora.

Quase o Cruzeiro ampliou aos oito. Júlio Baptista cabeceou firme e Diogo Silva fez ótima defesa. O primeiro bom momento vascaíno veio aos 17, em chute forte de Marlone que Fábio espalmou. Logo depois, Willie recebeu de Fágner e soltou uma bomba de fora da área, no ângulo de Fábio. Era o primeiro empate vascaíno. O meia quase virou o jogo em dois lances: aos 21, em chute que passou perto do gol, e no minuto seguinte, quando o goleiro cruzeirense evitou o pior.

Mas o Cruzeiro também chegava com perigo e fez o segundo gol aos 31 minutos. Lucas Silva chutou de longe, com efeito, e a bola entrou no canto direito de Diogo Silva. Sete minutos depois, veio o terceiro do Cruzeiro. Cris (sempre ele) fez falta em Everton Ribeiro na entrada da área. Júlio Baptista cobrou forte e incendiou a torcida mineira.

André marca o oitavo gol pelo Vasco
A festa cruzeirense, no entanto, durou muito pouco. No minuto seguinte, Fágner cruzou, e André se antecipou a Dedé para diminuir o placar. Foi o oitavo gol do atacante em 11 jogos pelo time de São Januário.

Antes do novo empate, Diogo Silva voltou a aparecer bem, aos 42, quando saiu do gol e impediu conclusão de Willian. Na continuação da jogada, Willie matou no peito dentro da área, chutou forte, e a bola ainda bateu na trave antes de balançar as redes de Fábio.

O segundo tempo não foi tão movimentado. Aos 21, Lucas Silva acertou outro belo chute de fora da área e deixou novamente o time mineiro à frente no placar. Os jogadores do Vasco reclamaram bastante da jogada que originou o gol, já que Willian teria ignorado o fair-play, ao repor a bola em jogo.

Pouco depois, Dorival foi para o tudo ou nada, tirando Fágner e Wendell para as entradas de Edmilson e Montoya. A dez minutos do fim, o treinador vascaíno trocou Willie por Tenorio. Mas ainda teve tempo para o quinto gol do Cruzeiro, marcado por Vinicius Araújo, tocando na saída de Diogo Silva.



CRUZEIRO 5 X 3 VASCO

Local: Mineirão, Belo Horizonte (MG)

Árbitro: Flavio Rodrigues Guerra (SP)

Assistentes: Rogério Pablos Zanardo (SP) e Daniel Paulo Ziolli (SP)

Gols: Willian, 1'1ºT (1-0), Willie, 17'1ºT (1-1), Lucas Silva, 31'1ºT (2-1), Júlio Baptista,38'1ºT (3-1), André, 39'1ºT (3-2), Willie, 43'1ºT (3-3), Lucas Silva, 21'2ºT (4-3), Vinícius Araújo, 41'2ºT (5-3)

Público e renda: 17.098 presentes - R$ 808.445,00

Cartões amarelos: Everton Ribeiro, Lucas Silva, Henrique e Vinícius Araújo(CRU); Rafael Vaz, Yotún e Fágner (VAS)Cartão vermelho: Dagoberto (CRU)
CRUZEIRO: Fábio, Ceará, Dedé, Bruno Rodrigo e Egídio; Lucas Silva, Henrique, Everton Ribeiro (Dagoberto, 13'2ºT) e Júlio Baptista (Vinícius Araújo, 17'2ºT); Willian (Alisson, 43'2ºT) e Ricardo Goulart - Técnico: Marcelo Oliveira.
VASCO: Diogo Silva, Fagner (Edmilson, 26'2ºT), Cris, Rafael Vaz e Yotún; Abuda, Wendel (Montoya, 26'2ºT), Juninho e Marlone; Willie (Tenório, 36'2ºT) e André - Técnico: Dorival Júnior.


oglobo.globo.com

25 de agosto de 2013

Juninho lamenta empate: 'Não sei como a gente não ganhou o jogo'

Juninho lamenta empate: 'Não sei como a gente não ganhou o jogo'
Para o capitão do Vasco, equipe foi superior e merecia a vitória sobre o Corinthians
 Juninho lamentou o empate contra o Corinthians no Estádio Mané Garrincha.

Após um primeiro tempo apático, no qual o Vasco saiu com a derrota parcial para o Corinthians, a equipe do técnico Dorival Júnior voltou melhor na etapa final, chegando ao empate e dominando as ações ofensivas da partida. Ainda no gramado do Estádio Mané Garrincha, o meia Juninho Pernambucano lamentou o empate na tarde desse domingo.

"Não sei como a gente não ganhou o jogo. Há muito tempo que a situação é assim. O Vasco, quando joga mal, não tem jeito de empatar. E quando joga bem, muito bem, não leva sorte. Mas isso aí vai virar, já tem muita coisa boa", disse o camisa 8.

O atacante André, autor do gol de empate vascaíno, também lamentou o resultado, já que uma vitória faria a equipe Cruz-Maltina encostar no grupo de cima, que disputa a vaga na Libertadores.

"Precisávamos da vitória para encostarmos lá em cima. Tomamos um gol no começo do jogo, o que dificultou as coisas para a gente. O Corinthians marca muito, é um time chato de se jogar", afirmou André.

Com o empate, o Vasco permanece na décima primeira posição. Com 20 pontos conquistados, a equipe de Dorival Júnior está a seis pontos do G4 e a cinco da zona de rebaixamento.

O JOGO
Domingo de futebol. Longe do Maracanã e de São Januário, o Vasco escolheu o Mané Garrincha, em Brasília, para mandar seu jogo contra o Corinthians. E quem foi ao estádio assistiu a uma grande partida, que teve no equilíbrio a palavra-chave. Melhor no primeiro tempo, o Timão abriu logo o placar e deu a impressão de que sairia com os três pontos. Mas a equipe cruz-maltina, modificada no segundo tempo, reagiu, empatou e esteve mais perto de vencer. No fim, houve chances para os dois lados. Só que a partida ficou no 1 a 1, gols dos atacantes Guerrero, para os paulistas, e André, para os cariocas.


Com o resultado, os times se mantêm, provisoriamente, nas posições que ocupavam na tabela antes da partida. O Vasco foi a 20 pontos e está em 11º lugar, e o Corinthians, com 26, ocupa o quarto lugar. Como lado negativo, torcedores brigaram no intervalo do jogo, cujo público pagante, de 21.627, superou o de sábado, no jogo Flamengo x Grêmio, mas também decepcionou. A renda foi de R$ 2.070.800.
As duas equipes voltam a campo no próximo domingo, pela 17ª rodada do Brasileirão. Os cruz-maltinos vão ao Mineirão encarar o Cruzeiro. O Timão receberá no Pacaembu o Flamengo. Antes disso, Vasco e Corinthians farão o segundo jogo pelas oitavas de final da Copa do Brasil. Os cariocas enfrentam o Nacional-AM na quinta, em São Januário, após a vitória fora de casa por 2 a 0. Os paulistas, também no Pacaembu, pegam o Luverdense, que venceu a primeira em casa por 1 a 0.
Na saída de campo, Juninho Pernambucano, um dos destaques do time cruz-maltino, lamentou o empate, para ele injusto, devido à pressão da equipe no segundo tempo.
- Não sei como não ganhamos o jogo. Há muito tempo é assim com o Vasco: quando joga mal, não dá nem para pensar em empatar. Quando joga bem, não leva sorte. Mas isso vai virar.
O lateral-esquerdo Fábio Santos mostrou-se satisfeito com o resultado para o Corinthians.
- É natural que eles viessem para cima, jogando dentro de casa. Mas começamos bem o jogo, no segundo tempo a equipe deles cresceu. Acabamos tomando um gol de contra-ataque, o que não é nosso estilo, mas temos que valorizar esse ponto fora de casa.
Juninho Pernambucano arruma espaço diante da forte marcação corintiana: Reizinho comanda reação do segundo tempo que leva cruz-matinos ao empate (Foto: Marcelo Sadio / Flickr do Vasco)
Gol de Guerrero
Difícil, muito difícil encontrar um time que não sinta baque ao tomar gol logo de cara. A festa das duas torcidas no Mané Garrincha - no começo tudo era paz - ainda acontecia quando o Corinthians surpreendeu o Vasco não apenas com o uniforme azul. Logo de cara, com uma marcação daquelas de tirar o fôlego e claro esquema de jogo explorando as pontas, precisou de apenas três minutos - quase quatro - para abrir o placar. Primeiro, Danilo já tinha feito bonita jogada individual, sem sequência. Em seguida, Edenilson centrou na medida. Douglas não alcançou a cabeçada, mas Guerrero entrou como uma flecha e, com a perna direta, mandou para as redes: 1 a 0.
Estava dado o recado. O Vasco precisava se recompor. Se Sheik dava passeio em Fágner pelo lado esquerdo do ataque corintiano, pela direita o jovem Yotun estava tonto diante do tripé Edenílson-Dougas-Danilo. E foi por ali também que saiu outra boa jogada. Centro perfeito para Douglas, dessa vez acertando a cabeçada, explodir o travessão, antes dos dez minutos.
A marcação cruz-maltina falhava muito, principalmente por aquele lado. O time só começou a respirar no jogo a partir dos 15 minutos. O meio-campo passou a brigar de igual para igual. Abuda e Wendel suavam para Pedro Ken e Juninho aparecerem. O camisa 10, após bela arrancada de Fágner,  centrou da direita, mas sem olhar. André não alcançou. Depois, o Reizinho, com a costumeira inteligência, arrumou espaço pelo meio para bater com o bom e velho veneno. Cássio rebateu, e André, já impedido, mandou para fora.
Foi o combustível para o Vasco sair do sufoco. O garoto Marlone dava boas arrancadas, mas esbarrava na falta de companhia nas jogadas velozes. Àquela altura, o Corinthians perdera o predomínio na posse de bola, a ponto de o técnico Tite pedir a Ral e Ibson melhor posicionamento e a combatividade apresentada no começo. A bronca deu certo. A marcação adiantou, e o toque de bola na frente com Danilo, Sheik, Douglas e Guerrero conteve o ímpeto do Vasco. A partida ficou equilibrada. Se Juninho obrigou Cássio a uma boa saída para abafar o sufoco, no contra-ataque foi a vez de Diogo Silva, com o pé, isolar para o meio de campo a bola lançada para Edenílson. Foi o último suspiro de um bom primeiro tempo.
Reação vascaína
Após um intervalo em que torcedores corintianos e vascaínos brigaram nas arquibancadas do Mané Garrincha, o Vasco voltou com uma mexida de Dorival Jr. Wendel deu vez a Willie. A entrada do veloz garoto pela direita deu a pista de que a equipe cruz-maltina entraria com tudo. E foi o que aconteceu. Regida sempre por Juninho. Na primeira chance, aos seis minutos, o Reizinho rolou na medida para Willie, ele mesmo, tocar por cima de Cássio, mas a bola cobriu o travessão. Mas na segunda, não houve erro: o meio-campo do Corinthians se complicou, a bola sobrou para o camisa 8, que, caído, serviu André, para bater sem defesa e empatar a partida, aos 9 minutos. Foi o sétimo gol do camisa 9 vascaíno no campeonato.
A essa altura, o Vasco já dominava a partida e merecia até a vitória. E quase virou com o eficiente Marlone, que bateu com perigo, rente à trave. A pressão vascaína obrigou Tite a mexer no Timão. Danilo, pendurado com cartão e entrando duro nas jogadas, saiu por precaução para a entrada de Romarinho. Mas o problema maior já era na defesa. Gil e Paulo André já não eram soberanos. Perdiam até para Rafael Vaz, que aparecia bem no ataque, quando quase serviu André, já preparado para bater. Douglas, recuado, salvou o que poderia ser o segundo gol.
O Corinthians se arrastava em campo quando Dorival trocou André por Tenorio, na tentativa de decidir. O Corinthians deu pequena acordada ao desperdiçar boa chance numa tabelinha de Guerrero com Romarinho, que bateu fraco. Logo em seguida, Marlone deu o troco, mostrando que o Vasco seguia aceso. Tite tirou Emerson Sheik, cansado, e pôs Alexandre Pato. O Timão tentava acordar. Marlone perdeu a chance da vitória para o Vasco, e, no fim, Pato obrigou Diogo Silva a grande defesa. Ainda na sequência, a zaga do Vasco protagonizou trapalhada, iniciada por Yotun. Mas o jogo ficou no empate, e o espetáculo não saiu arranhado, apesar da briga nas aquibancadas e, depois, na invasão de campo de um torcedor após o apito final. (globoesporte.com)

19 de agosto de 2013

Vasco e Corinthians com ingressos ‘salgados’ e lugar marcado no Mané Garrincha

Partida entre Vasco e Corinthians terá ingressos ‘salgados’ e lugar marcado no Mané Garrincha

Um site de comercialização de ingressos já está vendendo as entradas para a partida entre Vasco e Corinthians, que será disputada no Mané Garrincha no próximo domingo, a partir das 16h. Na segunda partida da equipe cruz-maltina como mandante no novo estádio, o preço dos ingressos não estão nada populares. O torcedor terá de desembolsar, no mínimo, R$ 80 para assistir ao jogo, isso se tiver direito à meia-entrada.

Há três categorias de preços, variando de acordo com o lugar no estádio: arquibancada superior (R$ 160 a inteira), inferior (R$ 200), e hospitality (R$ 300). Não haverá divisão de torcidas durante a partida, sendo que a venda de ingressos está sendo realizada com lugar marcado, ao contrário da maioria das partidas que estão sendo disputadas no local.

O jogo com o Corinthians será uma boa chance para o Vasco somar pontos como mandante, já que a equipe não vem conseguindo bons resultados dentro de São Januário. Até agora, a equipe cruzmaltina atuou oito vezes em seu estádio, obtendo três vitórias, dois empates e três derrotas. A última foi para o Grêmio, na noite de sábado, por 3 x 2, quando Juninho Pernambucano e companhia estiveram sempre atrás no placar e não foram poupados pela torcida.

Os jogadores ouviram o coro de “vamos jogar bola” após a derrota, mesmo tendo conquistado dois resultados considerados bons anteriormente – vitória por 1 x 0 sobre o Coritiba e empate por 1 x 1 com o Santos, ambos os jogos disputados fora do Rio de Janeiro. “Foi a confirmação de que o time ainda não recuperou a confiança para jogar em casa”, notou o meia Juninho Pernambuco, um dos líderes do elenco. “Temos de aceitar essa realidade, mas sem deixar de ressaltar o espírito de luta que todos estão mostrando”, acrescentou.

A torcida vascaína não poupou alguns jogadores, entre eles, o goleiro Diogo Silva e o zagueiro Cris, que falhou no lance que resultou no primeiro gol dos gaúchos. Para o técnico Dorival Júnior, as vaias são naturais. “Sempre que acontecem gols estoura nos zagueiros ou no goleiro. Vamos caminhar com calma, não é assunto para exteriorizar. Trabalharemos internamente e tomaremos as decisões necessárias. Evito colocar essa situação, porque você transfere a responsabilidade. Não trabalho dessa maneira”, comentou o comandante vascaíno sobre as falhas da defesa.


Fonte: Superesportes

14 de agosto de 2013

Zagueiros marcam gols e Santos e Vasco empatam por 1 a 1

Com gol no fim, Vasco arranca empate do Santos na Vila



Em uma partida movimentada e com muitas chances de gols perdidas, Santos e Vasco empataram por 1 a 1, na Vila Belmiro. Os gols foram marcados por zagueiros: Edu Dracena, pelo Peixe, e Rafael Vaz, pelo Cruz-Maltino.

Agora, a equipe paulista pulou para 15 pontos, na 15ª posição, enquanto o Gigante da Colina subiu para a nona colocação (posições ao final da partida).

Na próxima rodada o Santos enfrenta o Bahia, em plena Fonte Nova. Os cariocas recebem o Grêmio, no caldeirão de São Januário.

VASCO EVOLUI DURANTE O PRIMEIRO TEMPO

A partida começou com amplo domínio santista, aproveitando o fato do Vasco ter entrado em campo um tanto quanto desorganizado e sonolento. E com menos de cinco minutos, o Santos assustou o goleiro Diogo Silva por duas vezes. Outro fator que prejudicou o início vascaíno foi a falta de entrosamento do estreante Montoya com o restante do meio-campo. Com isso, o Cruz-Maltino não conseguia trocar muitos passes no setor ofensivo.

Entretanto, aos poucos o time do Vasco foi se organizando e levou perigo pela primeira vez justamente com o "Monstroya", que arriscou um chute de longe e obrigou Aranha a fazer boa defesa.

A jogada acordou os times. Logo após ela, Santos e Vasco engrenaram uma sequência de bons ataques. Neilton e Léo, pelo Peixe, e Fillipe Souto, pelo Gigante da Colina, ficaram próximos de abrir o placar.

E a partir da metade do primeiro tempo, o Vasco tomou conta do jogo na Vila Belmiro. Montoya perdeu uma chance cara a cara com Aranha e André perdeu um gol livre, após cruzamento de Fagner. Logo depois, o lateral-direito acertou uma bomba no gol de Aranha, defendida pelo goleiro.

GOL DO SANTOS MATA O VASCO, QUE REÚNE FORÇAS PARA EMPATAR

No intervalo, o técnico Claudinei Queiroz colocou Leandrinho no lugar de Alan Santos, percebendo que seu time perdeu o meio-campo na metade final do primeiro tempo. A alteração deu certo e o Peixe equilibrou as ações.

Com o jogo bastante disputado, a saída de Montoya, aos 17 minutos, determinou a queda do Vasco, já que ele era o melhor jogador da equipe. O garoto Marlone não entrou muito ligado na partida e só apareceu ao dar uma caneta em Renê Júnior.

Se o estrangeiro Montoya era o melhor do Vasco, do lado santista outro "forasteiro" se destacava: o meia argentino Walter Montillo, que se movimentou bastante e deu bons passes, na sua maioria desperdiçados pelos seus companheiros.

E ele iniciou a jogada que definiu a partida. Montillo cobrou escanteio da direita e o capitão Edu Dracena, cabeceou sem chances para Diogo Silva.

O gol deixou o Vasco atordoado e Montillo seguiu mostrando suas qualidades. Mas os santistas seguiram jogando fora as chances de matar a partida. E como quem não faz, leva, Rafael Vaz empatou aos 46 minutos, também após cobrança de escanteio.

FICHA TÉCNICA

SANTOS 1 X 1 VASCO

Local: Vila Belmiro, Santos (SP)

Data-Hora: 14/8/2013 - 19h30 (de Brasília)

Árbitro: Edivaldo Elias da Silva (PR)

Auxiliares: Cleriston Clay Barreto Rios (SE) e Nadine Camara Bastos (SC)

Renda e público: Não divulgado

Cartões amarelos: -

Cartões vermelhos: -

Gols: Edu Dracena 31'/2ºT (1-0) e Rafael Vaz 46'/2ºT (1-1)

SANTOS: Aranha; Cicinho, Edu Dracena, Durval e Léo; Alison (Renê Júnior 21'/2ºT), Alan Santos (Leandrinho - intervalo), Cícero e Montillo; Neilton (Thiago Ribeiro 15'/2ºT) e Willian José - Técnico: Claudinei Oliveira.

VASCO: Diogo Silva, Fagner, Jomar, Rafael Vaz e Henrique; Abuda, Fillipe Soutto (Willie 34'/2ºT), wendel e Montoya (Marlone 17'/2ºT); Eder Luis e André (Tenório 30'/2ºT) - Técnico: Dorival Júnior.

Lancepress!

11 de agosto de 2013

Vasco bate o Coritiba no Couto Pereira

Depois de três tropeços (derrota para o Botafogo e empates com Goiás e Ponte Preta), o Vasco fez as pazes com a vitória e tirou a invencibilidade do Coritiba, no Couto Pereira, no Campeonato Brasileiro. Com um gol de Pedro Ken logo no início, o time de Dorival Júnior soube segurar a pressão adversária no final e venceu por 1 a 0.

Juninho Pernambucano e Pedro Ken levaram o terceiro cartão amarelo e não enfrentam o Santos, quarta-feira, na Vila Belmiro. Jogando pela primeira vez como titular desde que voltou ao clube, a menos de um mês, Fágner apareceu no jogo logo no início. O lateral tabelou com Juninho, que foi à linha de fundo e ganhou o primeiro escanteio da partida. Na cobrança, o camisa 10 vascaíno lançou na área, Rafael Vaz cabeceou para Wendel, também de cabeça, obrigar Vanderlei a fazer uma defesa parcial. Pedro Ken pegou o rebote, na pequena área, para abrir o placar, logo aos cinco minutos.

O gol foi um balde de água fria para o Coritiba, que passou a ser dominado pelo Vasco na posse de bola, sem, no entanto, criar grandes chances. Mas, aos 22, Geraldo desperdiçou ótima oportunidade de empatar. Alex lançou na área e o atacante subiu nas costas de Jomar para cabecear para fora. Aos 44, foi a vez de Diogo Silva salvar o Vasco, em chute à queima-roupa, mas fraco, de Alex, na pequena área. Ainda no primeiro tempo, o Vasco perdeu Tenorio, machucado, e Dorival lançou Edmilson.

Principal nome do Coritiba, Alex sentiu uma lesão e não voltou do intervalo. Em seu lugar entrou o ex-rubro-negro Bottineli.

Fágner acerta a trave, no segundo tempo
O Vasco recuou no segundo tempo e os donos da casa foram para cima. Aos 15, Deivid perdeu ótima chance, cabeceando para fora, na pequena área. A equipe de Dorival deu o troco aos 21. Fágner recebeu na área e carimbou a trave esquerda de Vanderlei. O Vasco suportou a pressão e ainda desperdiçou ótima chance com Marlone (que substituíra Juninho). O meia recebeu antes do meio de campo, partiu em velocidade na área e chutou nos pés de Vanderlei, dentro da área. Fim de jogo, a torcida vascaína comemorou a quinta vitória no campeonato, a primeira como visitante.


Veja os melhores momentos
CORITIBA 0 x 1 VASCO

Data/hora: 11/8/2013, às 16h de Brasília

Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (FIFA/RS)

Assistentes: Danilo Ricardo Simon Manis (SP) e Herman Brumel Vani (SP)

Cartões amarelos: Leandro Almeida e Lincoln (CTB); Pedro Ken, Abuda, Juninho e Rafael Vaz (VAS)

GOL: Pedro Ken (5'/ 1ºT)

CORITIBA: Vanderlei; Leandro Almeida, Émerson (Sergio Manoel/ Intervalo) e Chico; Victor Ferraz, Willian, Lincoln (Zé Rafael, aos 26/2ºT), Alex (Botinelli/ Intervalo) e Diogo; Geraldo e Deivid. Técnico: Marquinhos Santos

VASCO: Diogo Silva; Fagner, Jomar, Rafael Vaz e Henrique; Abuda, Juninho Pernambucano (Marlone, aos 29'/2ºT), Wendel e Pedro Ken (Dakson, aos 39/2ºT); Eder Luis e Carlos Tenório (Edmilson, aos 42'/1ºT). Técnico: Dorival Júnior


Juninho Pernambucano mais uma vez teve grande atuação com a camisa do Vasco. Com planejamento de ser poupado neste domingo, o meia sacrificou-se pelos companheiros, foi a campo e viu a retribuição ser dada dentro de campo.
Em atuação coletiva acima da média dos últimos jogos, o Cruz-maltino arrancou suada vitória diante do Coritiba no Couto Pereira e teve seu desempenho elogiado pelo Reizinho, que foi substituído por Marlone antes do apito final.
“Nosso primeiro tempo foi excelente, perfeito. Não deixamos o Coritiba jogar e conseguimos impor um ritmo forte durante os primeiros 45 minutos”, pontuou o camisa 8, para em seguida fazer sua análise da etapa complementar, onde o Vasco acabou sendo bastante pressionado pelos donos da casa.
Na visão de Juninho, contudo, o Gigante da Colina, que marcou com o meia Pedro Ken no primeiro tempo, foi merecedor do resultado favorável e que vem para compensar o empate com a Ponte Preta, em São Januário, na última quinta-feira.
“No segundo tempo não conseguimos manter o mesmo nivel. Era até natural que eles exercessem pressão. Mas acho que foi merecido, perdemos os dois pontos em casa, e foi muito bom recuperar fora”, concluiu Juninho, que errou apenas um passe durante todo o jogo.
De volta à metade de cima da tabela do Campeonato Brasileiro, na 9ª colocação, o Vasco tem mais um compromisso longe do Rio de Janeiro na sequência. O time, com Juninho suspenso pelo terceiro cartão amarelo, visita o Santos, na Vila Belmiro, às 19h30 da próxima quarta-feira.
Fonte: Yahoo – Esporte Interativo

NOTAS DAS ATUAÇÕES
DIOGO SILVA - GOLEIRO
Defesa incrível em chute de Alex na pequena área no primeiro tempo e muita sorte nas bolas cruzadas na etapa final.
Nota: 7,0
FAGNER - LATERAL-DIREITO
Pouco subiu no primeiro tempo. Na segunda etapa, avançou mais, prendeu bem a bola, chamou faltas e quase marcou em chute na trave.
Nota: 6,5
JOMAR - ZAGUEIRO
Bom corte em lance no início do jogo, em bola que desviou e enganava o setor defensivo. Mas deu espaço numa cabeçada de Geraldo. No geral, foi firme e sério.
Nota: 6,5
RAFAEL VAZ - ZAGUEIRO
Ótima partida. Participou do lance do gol, ao cabecear para Wendel e foi muito bem nas bolas aéras, sem se arriscar na saída de bola.
Nota: 7,0
HENRIQUE - LATERAL-ESQUERDO
Ofensivamente ainda aparece muito pouco. Ainda assim, saiu bem as bolas da defesa, procurando sempre Wendel na esquerda. E foi bem na marcação.
Nota: 6,0
ABUDA - VOLANTE
Tranquilo na perseguição a Alex e sem afobamento na hora de sair com a bola. Foi um dos melhores do time.
Nota: 7,0
WENDEL - VOLANTE
Muito bem no primeiro tempo, na marcação e na transição. Quase marcou de cabeça antes de Pedro Ken pegar o rebote. Cadenciou as jogadas e subiu quando pôde ao ataque.
Nota: 6,5
JUNINHO - MEIA
Na bola parada, mais uma vez foi importante. Foram dois lances consecutivos no início do jogo que levaram perigo ao Coritiba. Com a bola rolando, distribuiu passes, mas foi discreto.
Nota: 6,0
MARLONE - MEIA
Fez uma boa jogada e outra que seria perfeita caso não tivesse perdido um gol feito, que resolveria o jogo em um contra-ataque no final.
Nota: 6,0
PEDRO KEN - MEIA
Com inteligência, movimentou-se bem e achou espaços para seu jogo, pelas pontas e entrando na área. Fez o gol da vitória e criou outras boas chances.
Nota: 7,0
DAKSON - MEIA
Entrou no fim da partida.
Sem nota
EDER LUIS - ATACANTE
Mais uma boa partida. Protegeu bem a bola, puxou contra-ataques, deu ótimos passes, como no fim da partida para Fagner quase marcar.
Nota: 7,0
TENORIO - ATACANTE
Não terminou o primeiro tempo depois que recebeu uma cabeçada em disputa de lance. Enquanto esteve em campo ensaiou apenas uma boa jogada.
Nota: 6,0
EDMILSON - ATACANTE
Deu mais movimentação ao ataque, porém perdeu duas chance por precipitação de jogada.
Nota: 6,0

27 de julho de 2013

Vasco vence o Criciúma em São Januário


Foi emocionante, mas não foi fácil. Depois de abrir 2 a 0 e parecer ter o jogo sob controle, o Vasco sofreu com a reação do Criciúma, mas teve forças para chegar à vitória de 3 a 2 sobre o time catarinense na noite deste sábado, em São Januário. Juninho, Rafael Vaz e Edmílson marcaram os gols que garantiram o segundo triunfo seguido ao time de Dorival Júnior, que chegou a 13 pontos na tabela, provisoriamente na sexta posição.

Na próxima rodada o Vasco joga na quinta-feira, no Serra Dourada, contra o Goiás. O Criciúma joga quarta, no Canindé, contra a Portuguesa.

Logo a um minuto de jogo, numa disputa de bola pelo alto, Gilson pisou no pé direito de Juninho, que precisou ser atendido fora de campo. Apesar da expressão de dor, que indicava uma torção no tornozelo, o craque voltou disposto a transformar a preocupação em alívio. E logo aos oito minutos ele bateu falta da intermediária e abriu o placar, contando com a colaboração do goleiro Bruno, que foi traído pelo efeito e pelo quique da bola.

Aos 15, Juninho bateu falta para área, Wendel ajeitou de cabeça e Rafael Vaz mandou a chance do segundo gol em cima do goleiro Bruno. Com o Vasco pressionando, Éder Luís foi ao fundo e tocou para Wendel chutar rente à trave.

Na primeira escapada do Criciúma, Wellington Paulista deu belo passe para Leandro Brasília, que ficou frente à frente com Diogo Silva mas se desquilibrou na hora do chute e mandou a bola longe. Aos 29, em nova cobrança de falta, Juninho mandou uma bomba que entraria no ângulo esquerdo de Bruno caso o goleiro não desviasse a escanteio. Afobado na busca do segundo gol, o Vasco passou a ceder espaços. Aos 39, Cassiano avançou com a bola dominada até ser travado pela boa saída de Diogo Silva.


- Os 30 primeiros minutos foram excelentes e nos últimos 15 cedemos o campo e entramos na afobação de fazer o segundo gol. Erramos muitos passes. Temos de repetir os 30 minutos iniciais - disse Juninho na descida para o intervalo.

No segundo tempo, o Vasco mostrou que Juninho não é seu único cobrador de faltas. Aos 10 minutos, Rafael Vaz bateu falta com perfeição, no ângulo esquerdo, e Bruno só pode olhar: 2 a 0. Se ampliou em um lance de bola parada, o Vasco viu o Criciúma reagir da mesma forma. Aos 16, Ivo cobrou falta da direita e a bola entrou direto, sem reação de Diogo Silva: 2 a 1.

O jogo, que já parecia decidido, ficou indefinido. O time catarinense cresceu em campo e empatou aos 26, com Wellington Paulista, que aproveitou saída totalmente equivocada de Diogo Silva. A reação vascaína, porém, foi imediata. No minuto seguinte, Juninho bateu falta na área e Edmílson, que havia entrado pouco antes, apareceu livre na pequena área, em condição legal, para desviar de cabeça e garantir a vitória do Vasco. [oglobo.globo.com]

Próximo jogo
Agora, o Vasco volta a campo na próxima quinta-feira (01/08), quando enfrentará o Goiás, no Serra Dourada, às 21h.
Ficha Técnica
VASCO 3 X 2 CRICIÚMA
Local: São Januário, Rio de Janeiro (RJ)
Data-Hora: 27/07/2013 – 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Márcio Chagas da Silva (RS)
Auxiliares: Jose Eduardo Calza (RS) e Edilson Frasão Pereira (TO)
Cartões amarelos: André, Juninho, Sandro Silva (VASCO); Fábio Ferreira, Matheus Ferraz (CRICIÚMA)
Gols: Juninho, 08/1ºT (1-0); Rafael Vaz 10/2ºT (2-0); Ivo 16/2ºT (2-1); Wellington Paulista 26/2ºT (2-2); Edmílson, 27/2ºT (3-2);
VASCO: Diogo Silva; Nei, Jomar, Rafael Vaz e Henrique (Fellipe Bastos, 31/2ºT); Sandro Silva, Wendel, Juninho e Pedro Ken (Edmílson, 25/2ºT); Eder Luis e André (Tenorio, 33/2ºT). Técnico: Dorival Júnior.
CRICIÚMA: Bruno; Sueliton, Fábio Ferreira, Matheus Ferraz e Marlon; Amaral (Daniel Carvalho, 24/2ºT), Gilson, Leandro Brasília e Ivo (Fabinho, 34/2ºT); Cassiano (Marcel, 39/2ºT) e Wellington Paulista.Técnico: Vadão.

21 de julho de 2013

É Fluminense, o destino é ser freguês do Vasco

É Fluminense, o destino é ser freguês do Vasco

O Maracanã voltou e agora é do Vasco. Pelo menos no primeiro reencontro dos times cariocas com o reformado estádio foi o time cruzmaltino que levou a melhor, em um clássico agitado e brigado desde o começo. Dois craques fizeram a diferença: Fred foi responsável pela parte negativa, já que foi expulso ainda no primeiro tempo; e Juninho desequilibrou em seu retorno, com um gol e uma assistência na vitória por 3 a 0, que enfim trouxe alívio para um time que vivia sob intensa pressão.

Agora o Vasco saiu da zona de rebaixamento direto para a 12 posição, com dez pontos em oito jogos. Já o Fluminense está atrás, em 14º, com um ponto a menos. Os alvinegros enfrentarão agora o Criciúma, em casa, na próxima rodada do Brasileiro, enquanto o time de Abel Braga buscará recuperação em Porto Alegre, no duelo de tricolores, diante do Grêmio.

Juninho apontou para a torcida do Flu ao abrir o placar no clássico (Foto: André Durão / Globoesporte.com)

Com apenas dois minutos, parecia que o Fluminense iria se aproveitar da desentrosada defesa vascaína. Após falha de Jomar, Rafael Sóbis chutou para o gol e só não marcou porque Rafael Vaz salvou quase em cima da linha. Mas depois o jogo esfriou, até por causa do grande número de faltas, e tudo ficou mais equilibrado.

Até que, a partir dos 16min, tudo começou a dar certo para o Vasco. Primeiro, quando Pedro Ken roubou a bola de Edinho pela esquerda, Juninho recebeu passe perfeito na área e chutou para marcar seu gol. Oito minutos depois, já aconteceu a expulsão de Fred: depois que Jomar afastou a bola com um chutão na defesa, ele acertou o pé sem querer no atacante, que revidou com uma cotovelada. O capitão do Fluminense saiu reclamando da decisão do árbitro.

Com um a mais, o Vasco ficou com mais posse de bola até o fim do primeiro tempo, mas mostrou que não sabia o que fazer com ela, já que foi para o jogo disposto apenas a contra-atacar. A única chance criada até o intervalo foi desperdiçada: André foi lançado de frente para Diego Cavalieri, mas o goleiro conseguiu desviar o chute cruzado.

O Fluminense voltou para o segundo tempo disposto a aproveitar contra-ataques, com Rhayner no lugar de Deco, mas rapidamente o Vasco desanimou seu adversário em um lance que pode ser comparado com o primeiro gol. Edinho falhou de novo, Juninho brilhou, dessa vez com um lançamento, e saiu o gol do Vasco na boa finalização de André, com um toque que encobriu Cavalieri.

Porém, o Fluminense mostrou a raça que lhe é peculiar e conseguiu reagir rapidamente: aos 11min, Carlinhos se antecipou a Diogo Silva e marcou de cabeça o primeiro gol do time tricolor. Bastou isso acontecer para a confiança do Vasco ser abalada, e o Fluminense crescer na partida. Rafael Sóbis quase empatou quando entrou na área pela esquerda e chutou bem, mas Diogo fez difícil defesa. Na sequência, a empolgação do Fluminense também deixou espaços na defesa, e André quase aproveitou um contra-ataque aos 28min, mas chutou a bola na trave.

E então, quando o jogo parecia ficar um pouco equilibrado, aconteceu o lance que decidiu a partida definitivamente: Digão fez falta em André e, como já tinha um cartão amarelo, recebeu o segundo e foi expulso. Com dois a mais, O Vasco passou a ter o jogo nas mãos. Fez o terceiro gol, marcado de cabeça por Tenório aos 36min, mas poderia ter feito muito mais no "seu" Maracanã.
Fonte: Terra

Juninho revive reinado no Maraca, e Fred é expulso

Que diferença faz um meia de criação, cada vez mais raros no futebol brasileiro. Fluminense e Vasco tiveram o privilégio de ter um de cada lado no clássico. O tricolor, logo aos dois minutos de jogo, deu início a uma ótima oportunidade: com um passe na medida, achou Wagner na área. Ele cruzou, Carlinhos aproveitou bobeada de Jomar e rolou para Sobis chutar e ver Rafael Vaz salvar quase em cima da linha. Já o vascaíno também organizava os ataques, mas foi ainda mais decisivo. Em jogada de Wendel pela esquerda, e após falha de Edinho, Pedro Ken cruzou para a conclusão certeira do Reizinho. Gol no estádio onde foi palco de grandes momentos de seu reinado no Cruz-Maltino.

Rafael Vaz queria parar Fred para ficar famoso. Jomar, surpresa na escalação no lugar de um gripado Renato Silva, também quis, mas conseguiu de outra forma. Após deixar a mão numa dividida e acertar o olho do atacante, o camisa 9 do Flu caiu em campo, foi atendido e não gostou. Não demorou muito a revidar, mas com agressão: deixou o cotovelo no rosto do zagueiro. E o árbitro Marcelo de Lima Henrique, que já havia aplicado dois cartões amarelos em menos de 15 minutos, não teve dúvidas em mostrar o vermelho para Fred. A expulsão fez cair por terra o duelo dos camisas 10, já que o Fluminense precisou recuar, e Deco perdeu a função sem a posse de bola.

Apesar da vantagem numérica, o Vasco não agrediu. E o Flu assustava com Edinho. O volante apareceu duas vezes à frente sem marcação e quase empatou com duas pancadas de longe: a primeira caiu em cima do travessão, e a segunda raspou a trave de Diogo Silva. O Cruz-Maltino não aproveitava os contra-ataques e só conseguiu chegar com perigo no fim do primeiro tempo. Sandro Silva lançou André sozinho no ataque, ele bateu de fora da área, mas Cavalieri defendeu. Defesa que relembrou sua boa fase de 2012. Antes mesmo do fim do primeiro tempo, Abel indicou mudanças ao mandar seus atacantes do banco para o aquecimento.

André e Tenorio ampliam
O Flu voltou com Rhayner no lugar de Deco para tentar jogar na velocidade nos contra-ataques. Só que a marcação tricolor não conseguiu conter a primeira investida do Vasco, que ampliou o placar no primeiro minuto da etapa final. O gol foi de André, num toque por cobertura na saída de Cavalieri. A assistência? De Juninho. Quando o jogo parecia sob controle, Carlinho recolocou o Flu no páreo. Ele aproveitou escanteio cobrado por Sobis e a saída errada de um afobado Diogo Silva para diminuir a diferença de cabeça.

Dorival fechou mais o meio tirando o estreante Henrique para a entrada de Fillipe Soutto. Mas não conteve a empolgação do Tricolor, que esteve perto de empatar o jogo em duas bombas de Rafael Sobis. Edinho deu lugar a Marcos Junior, mas a esperança caiu por terra quando Digão, já com amarelo parou o contra-ataque vascaíno e também foi expulso. Com dois a menos, a tarefa de reagir ficou impossível.

Juninho, cansado, pediu para sair. Fabio Lima entrou. E Tenorio, que substituiu Eder Luis, matou o jogo no fim. De cabeça após escanteio, fez o terceiro. (globoesporte.com)